Ingrid

Na sexta-feira, alguns jornais colombianos chegaram a anunciar que a libertação de Ingrid Betancourt sairia a qualquer momento. A notícia foi desmentida logo após, pelo presidente do Equador, Rafael Correa.

A pressão do governo Uribe sobre as FARC pode atrapalhar a idéia de uma libertação incondicional da ex-candidata dos verdes colombianos. Ela está com hepatite, com a saúde muito frágil, sua libertação é uma questão humanitária de profunda emergência.

Devido a pressão internacional, Ingrid é a refém mais valiosa das FARC. E Uribe pode imaginar que ela, solta, poderá provocar um marémoto na política colombiana. De qualquer maneira, o governo Uribe parece se esforçar pouco para ajudar numa solução humanitária.

Só que nem Uribe e nem as FARC ganham nada com a morte dela.

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